sábado, 28 de janeiro de 2017

Bananas podres, mar e memória

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Fui comprar lanches para os meninos levarem para a escola e acabei encontrando este livro perdido nas Lojas Americanas, por 9,99. Linda capa, tamanho e ótimo papel. Comprei. Estava lacrado, mas confiei no autor. O cheiro das bananas leva o eu lírico para o passado, para a venda da família e para o mar. Assim como as madeleines de Proust, o retorno improvável nos faz sentir um universo lírico peculiar e repleto de imagens boas. A poesia é isso: luz sobre a recordação e o passado, mas também perfume de tempos idos. 

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